O Amore Mio

Segunda-feira passada, 15 de maio, foi aniversário do Renato. E aproveitamos o nosso encontro da terça para comemorar. O lugar escolhido foi uma cantina italiana que fica na Abílio Soares, uma esquina acima da Tutóia. Boa massa, uma salada excelente, preço adequado, atendimento simpático, vamos lá vez ou outra. O nome da cantina? Bom, aí é que está, é meio difícil lembrar o nome correto, Bucattini, eu acho, porque desde a primeira vez em que fomos lá o restaurante ganhou um nome de fantasia que se impregnou ao estabelecimento de forma praticamente definitiva: Amore Mio. O culpado foi o Ricardo, que escolheu o restaurante da primeira vez. Quando a Maura ligou perguntando onde iríamos naquela noite, ele teria sido interrompido pela Maria Amélia, sua filha, que perguntou alguma coisa e ele teria dito algo como 'Amore Mio, já respondo". E o nome do restaurante como Amore Mio foi passado para os demais. Eu lembro bem de passar uma duas vezes pela frente do Bucattini, lentamente, procurando onde seria aquele tal de Amore Mio, até parar e perguntar ao guardador que disse que não havia amore mio nenhum por lá. Finalmente, resolvi entrar no restaurante e lá estava o pessoal, divertindo-se com cada um que chegava contando experiências parecidas.


Nesta terça, além da presença maciça dos membros permanentes do conselho, tivemos outras ilustres presenças: Sandra, mulher do Renato, o irmão dela, Ronaldo, também conhecido como "cunha", pois é assim que Renato se refere a ele, com a mulher e o filho, Eden e esposa, um casal de amigos do Renato, além da filha Larissa, que já participou de aventuras neste blog, e um amigo dela, o Felipe, cujo foi alvo de vários comentários devido ao razoável volume de brincos nas orelhas. Piercings, claro, como sou atrasado. Os piercings do rapaz lembraram também um fato que ocorreu em uma das últimas quermesses que montamos no Viva. Uma mãe apareceu lá para ajudar. Acho que ninguém lembra mais o nome dela, mas se tornou inesquecível por dois motivos. O primeiro foi o número de brincos (piercings, sei) na orelha: oito. Eu sei que hoje nem é assim mais tão estranho, mas na época era. O outro motivo da estranheza foi que ao precisarmos mudar um móvel de lugar para montar um espaço de venda de comidas e dois ou três de nós termos dificuldades ela foi lá e, sozinha, carregou o móvel para o lugar certo. Um portento!

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